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Backrooms: sob a ótica de Marc Augé e Maurice Merleau-Ponty
Reconhecemos o recinto antes de sabermos de onde o reconhecemos. Mas explicar isso seria como “descrever um cachorro para uma pessoa que nunca viu um e pedir para ela desenhar…”.
Backrooms: sob a ótica de Marc Augé e Maurice Merleau-Ponty
Reconhecemos o recinto antes de sabermos de onde o reconhecemos. Mas explicar isso seria como “descrever um cachorro para uma pessoa que nunca viu um e pedir para ela desenhar…”.
O existencialismo nos interiores de Axel Vervoordt
A imagem virou o critério do interior contemporâneo. Nos interiores de Axel Vervoordt, a matéria carrega tempo e o vazio pesa tanto quanto ela. O que resta a quem entra é o próprio existir.
O Vazio japonês e o vazio de Mies van der Rohe
Ryōan-ji e o Pavilhão de Barcelona oferecem o mesmo: quase nada. Um vazio. Só que um enche quem o contempla e o outro esvazia quem o herda.